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Quando a FINE deixa de ser um PDF e passa a ser uma ferramenta

O que acontece quando os dados da FINE deixam de estar presos num documento e passam a alimentar simuladores e decisões reais.

Tiago
TiagoAutor
28 de dezembro de 2025
5 min read
Quando a FINE deixa de ser um PDF e passa a ser uma ferramenta

Durante anos tratámos a FINE como o fim do processo.

Um PDF para ler, comparar, explicar, arquivar, e seguir em frente. Mas a FINE nunca devia ser o fim. Devia ser o ponto de partida. Quando os dados da FINE deixam de estar presos num PDF e passam a estar estruturados, algo muda de forma muito simples: de repente, é possível simular, testar cenários e perceber impactos reais.

Neste post quero explicar o que isso significa e o que criámos para ajudar a tornar isto possível.

Uma FINE não é só um documento#

Uma FINE contém quase tudo o que interessa numa decisão de crédito:

  • valores
  • prazos
  • custos
  • produtos associados
  • condições
  • regras

O problema nunca foi falta de informação. O problema é que essa informação vem toda misturada, em texto corrido, tabelas diferentes e notas difíceis de interpretar.

Quando a FineMind lê a FINE, faz o mesmo que um humano faria — mas sem se cansar, sem fazer erros e sem perder tempo:

  • percebe o que é taxa
  • o que é custo
  • o que é condição
  • o que influencia a prestação
  • o que influencia o custo total

A partir daí, a FINE deixa de ser um PDF, passa a ser uma estrutura de dados que pode ser utilizada para criar ferramentas. E é isso que desbloqueia as ferramentas todas que conseguimos criar.

Simuladores com contexto real#

Com os dados estruturados, é possível criar um simulador com contexto real e preciso para o cliente. Agora podemos ter uma conversa informada e baseada em factos, sem perder tempo a explicar o que é cada coisa.

Todos os dados que temos agora estao

Simulador de Crédito Habitação#

Com os dados extraídos da FINE, podemos rapidamente criar um simulador onde o cliente pode alterar os dados e ver o impacto imediatamente.

É possível, por exemplo:

  • alterar o prazo do empréstimo
  • ver o impacto na prestação
  • perceber o efeito no custo total
  • comparar cenários lado a lado

Isto permite responder a perguntas muito simples, mas muito importantes:

“E se eu aumentar o prazo?”
“E se este banco baixar um pouco o spread?”


Em vez de respostas vagas, o cliente vê números claros.
E o intermediário passa a aconselhar com base em factos.

Mas note-se que o simulador é apenas uma ferramenta. Não é a decisão final. É apenas uma ferramenta para ajudar a tomar uma decisão informada.

Simulador de Seguro de Vida#

O seguro de vida é um dos pontos onde mais dinheiro se perde sem perceber.

Muitas vezes vem associado ao banco.
Outras vezes pode ser renegociado.
Mas o impacto real raramente é claro.

Com os dados da FINE estruturados, o simulador permite:

  • perceber quanto o seguro pesa no custo mensal
  • comparar alternativas fora do banco
  • simular mudanças
  • ver o impacto ao longo dos anos

Deixa de ser uma decisão “por feeling”.
Passa a ser uma decisão informada.

Simulador de MTIC#

A maior parte das pessoas olha para a prestação.
Poucas olham para o MTIC.

E, no entanto, é o MTIC que responde à pergunta mais honesta:

“Quanto é que esta casa me vai custar no total?”

Quando os dados estão bem estruturados, é possível:

  • ver o impacto de cada produto no MTIC
  • perceber quanto custa cada decisão ao longo do tempo
  • comparar propostas de forma justa
  • explicar ao cliente onde está o verdadeiro custo

Aqui deixam de existir surpresas escondidas.

O que muda para quem compra casa#

Para quem está a comprar casa, estas ferramentas trazem algo simples, mas raro:

  • clareza
  • controlo
  • previsibilidade

As decisões deixam de ser tomadas “às cegas”.
E a ansiedade baixa quando os números fazem sentido.

O que muda para o intermediário#

Para o intermediário, o impacto é ainda mais claro:

  • menos trabalho manual
  • menos Excel
  • menos explicações repetidas
  • mais tempo para aconselhar
  • mais confiança na recomendação

O intermediário deixa de ser um tradutor de PDFs
e volta a ser aquilo que sempre foi: um conselheiro.

Tudo isto só é possível por uma razão#

Nada disto funciona sem um passo anterior: ler bem a FINE e estruturar os dados corretamente.

As ferramentas não são mágicas. São consequência direta de bons dados.

Durante demasiado tempo aceitámos que a FINE era apenas um documento.

Não é. É a chave para melhores decisões.

Quando os dados são claros, surgem ferramentas melhores. Quando surgem ferramentas melhores, surgem decisões melhores.

A FineMind existe para isso. Para transformar documentos em decisões. E decisões em tranquilidade.

Sem atalhos.
Sem buzzwords.
Só tecnologia a trabalhar para as pessoas.