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Como funciona a FineMind (sem buzzwords)

Uma explicação simples e honesta de como a FineMind lê, compara e explica FINEs — e porque isso muda tudo.

Tiago
TiagoAutor
22 de dezembro de 2025
3 min read
Como funciona a FineMind (sem buzzwords)

Quando falo da FineMind, a reação mais comum é esta:

“Ok… mas como é que isso funciona na prática?”

Neste post, quero explicar como funciona a FineMind, de forma simples — como se estivesse a explicar a um intermediário ou a alguém que está a comprar casa. Quero fazer isto da forma mais simples possível, sem usar termos técnicos ou palavras caras.

Um PDF que ninguém gosta de abrir#

Tudo começa com algo que todos conhecemos bem: um PDF de uma FINE.

Cada documento organiza a informação de forma diferente.
Os dados importantes estão espalhados, repetidos ou escondidos em rodapés.

O problema nunca foi falta de informação.
O problema é que ela está desorganizada apesar do esforço de cada banco para ser claro.

A FineMind começa exatamente aqui: ler o documento inteiro como um humano.

É perceber o contexto:

  • o que é taxa
  • o que é custo
  • o que é condição
  • o que é nota legal
  • o que é realmente relevante para comparar

A FINE deixa de ser um PDF e passa a ser informação compreensível.

Extrair o que importa (e ignorar o ruído)#

Depois de ler, a FineMind extrai apenas o essencial:

  • spread
  • TAEG
  • MTIC
  • prazo
  • capital
  • comissões
  • condições especiais

Tudo o resto — texto redundante, blocos legais repetidos — fica em segundo plano.

Normalizar para comparar#

Este é um dos pontos mais críticos.

Comparar duas FINEs não é só colocar números lado a lado.
É garantir que:

  • os prazos são comparáveis
  • as condições são equivalentes
  • os custos estão calculados da mesma forma
  • não estamos a comparar “alhos com bugalhos”

A FineMind normaliza os dados para que a comparação seja justa.

Sem isto, qualquer comparação é enganadora.

Comparar e mostrar diferenças reais#

Só depois de tudo estar normalizado é que a comparação acontece.

Aqui a FineMind consegue mostrar, de forma clara:

  • onde um banco é melhor
  • onde é pior
  • o que muda no custo total
  • o impacto real no bolso do cliente

Não é só dizer “este é mais barato”.
É explicar porquê.

Preparar tudo para compliance#

No final, a FineMind gera:

  • resumos claros
  • comparações documentadas
  • justificações consistentes

Tudo pronto para:

  • enviar ao cliente
  • guardar para compliance
  • responder a pedidos futuros

Nada fica “na cabeça”.
Nada depende da memória.

O que a FineMind não faz#

É importante dizer isto.

A FineMind:

  • não decide sozinha
  • não substitui o intermediário
  • não empurra produtos

Ela faz o trabalho pesado.
Quem decide continua a ser humano.

Porque isto muda tudo#

Quando tiras o trabalho manual do processo:

  • o intermediário ganha tempo
  • o cliente ganha clareza
  • o risco diminui
  • a confiança aumenta

O processo deixa de ser um exercício de sobrevivência e passa a ser aquilo que devia ser desde o início: aconselhamento financeiro sério e transparente.

Isto é só o começo#

Hoje a FineMind lê, compara e explica FINEs. Amanhã, esta mesma lógica estende-se a outros produtos:

  • seguros
  • crédito ao consumo
  • planeamento financeiro
  • todo o processo de crédito habitação

Mas tudo começa aqui. No básico bem feito. Sem buzzwords. Sem atalhos.

Só tecnologia a trabalhar para as pessoas.